Editorial

Política indigenista

Finalmente um brasileiro de alta patente tem a coragem de denunciar essa patifaria que é a tal de “política indigenista” no Brasil. Se envolvem na questão órgãos com visões diametralmente opostas, tais como a Funai, que bate de frente com o Incra; a Funasa, que bate de frente com o Cimi e esta com a Coiab, além das Ongs e “missões” nacionais e estrangeiras, algumas delas com interesses inconfessáveis, que vão da “proteção” a áreas mineralógicas a biopiratarias. Essas organizações, de maneira escandalosa, defendem de tudo sob a capa de proteção ao índio, na verdade o mais desprotegido nessa estória, como se pode ver na falta de saúde, de educação, de defesa de suas terras, etc. O Comandante Militar da Amazônia, homem íntegro e sensível a essas questões, de forma corajosa e se expondo de forma franca e aberta, acertou um verdadeiro míssil no coração do problema. Diante de uma platéia capaz de compreender a questão, de militares da ativa e da reserva, o General Heleno disparou a mais dura crítica a uma das chamadas “política pública” de um governo que só sabe apreciar as palmas fáceis dos acólitos que acorrem aos “comícios” que se fazem país afora, segundo a “mãe do Pac”, Dilma Roussef. A Amazônia não é conhecida pelos brasileiros a não ser por imagens romantizadas em filmes e novelas, e pelos caboclos e militares que convivem nesta Região. Reservas indígenas ditadas de fora para dentro do país, por Ongs de suspeitíssimos interesses, preparam o terreno para futuras lides internacionais de separatismo desses verdadeiros Estados indígenas dentro do Estado brasileiro. São nações que estão sendo politizadas com o fim de provocar ações internacionais nesse sentido. Todos deviam saber que os elementos primordiais da soberania são a existência de uma nação, o povo, com sua cultura própria, incluindo a língua; um território (que surge da demarcação das áreas indígenas, na maioria das vezes enormemente dimensionadas por critérios discutíveis); e governo, que existe em seu estado animista primitivo de comunidade dominada por um pajé e um tuxaua. Pronto! Estão criadas as condições teóricas para a criação de um Estado independente! Ora, convenhamos, não houve nenhum país no mundo moderno que tenha criado tais condições para ver-se privado de vastos territórios pela ação combinada de maus patrícios e estrangeiros ambiciosos. Querem manter intocadas nossas riquezas do subsolo sob o pretexto da proteção das nações indígenas, usadas como massa de manobra. Parabéns, general Heleno! Já temos um defensor perpétuo da Amazônia.

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