ONGs usam índio para esfacelar o Brasil – Anhanguera

A Constituição da República Federativa do Brasil garante aos seus cidadãos o direito ao pleno uso da liberdade de expressão, combinado com a não discriminação pelo fato de litigar contra a Federação, os Estados, ou os Municípios. Isto é letra de Lei. É causa pétrea. Está lá na Constituição!
Apesar disto, o presidente Lula parece estar acima da maior Lei da República quando discrimina todas as forças armadas, inclusive negando-lhes merecida reposição salarial, além de cercear abertamente o direito pleno ao uso da palavra pelo general Augusto Heleno, Comandante Militar da Amazônia, quando este, na qualidade de profissional zeloso e responsável e de cidadão, apenas denunciou o seu temor em relação ao uso dos índios e suas reservas por ONGs, as quais, tendem a incrementar o separatismo na região amazônica, proporcionando o conseqüente esfacelamento da integridade do território nacional.
O militar denunciou o problema, mas o Presidente da República, por desconhecimento das leis que regem o Brasil e dos reais problemas nacionais discorda desse militar honrado e ameaça às Forças Armadas Brasileiras, principalmente ao Exército, com represálias politiqueiras oriundas do espírito de vingança não arrefecido mantido por ex-terroristas que fingiam militar nas esquerdas durante os “anos de chumbo” da ditadura, mas que hoje, após conquistarem o poder no Brasil agem pior que os militares, pois se aliaram ao narcotráfico, aos ladrões e às ONGs desejosas de lotear o Brasil para, primeiro enfraquecê-lo, depois dividi-lo e mais tarde, se apossarem dele e das suas riquezas.
Cautela é antiga – Ora, o Brasil só tem toda a extensão territorial que mantém à duras penas porque desde tempos remotos foi defendido por portugueses e brasileiros contra os piratas estrangeiros. Desse esforço resultou o maior país da América Latina, o terceiro das Américas e o quinto maior do mundo em extensão territorial.
Ao longo dos tempos, milhares de brasileiros morreram na defesa do solo tupiniquim, expulsando todos os que nos invadiram e construiu-se a única grande nação no mundo que apesar das enormes diferenças étnica, de credo, sociais, culturais e etc. mantém uma mesma língua e um pensamento comum em torno da perpetuação dessas liberdades expressas nas nossas leis.
O próprio Lula e seus sequazes fingiram lutar por essas liberdades desde 1978, quando enfrentaram a polícia na tentativa de exercerem o sagrado direito da livre expressão.
Fingiram, porque hoje, já no poder, agem de modo idêntico aos ditadores e não admitem a declaração pública de verdades. Querem o povo alienado, apático, desinformado, para que ele e seu bando se perpetuem no comando do país a fim de mais e melhor roubá-lo, de mais e melhor dilapidá-lo, de mais e melhor o venderem a quem pagar mais. No caso, as ONGs vindas de outros países, mormente EUA, Canadá e Europa, as quais, enviam seus agentes secretos para o Brasil (principalmente para a Amazônia) a fim de exercerem sua tarefa de solapamento das estruturas nacionais brasileiras. E como agem essas ONGs?
A ação dos ‘bandidos’ – Primeiro enviam “missionários” para sondar a disposição das populações locais. Depois, mandam os “técnicos” para verificar o que pode ser roubado. Mais tarde aparecem as famigeradas “missões” e seus “palestrantes”, os quais, aliam-se a maus políticos e maus funcionários brasileiros, a entidades de classes, repassam-lhes boas somas em dinheiro comprando suas consciências e em seguida, todos juntos, vão para o verdadeiro “trabalho de campo” a que se dedicam: roubar o Brasil. Mas como isso se dá?
Começam aliando-se a péssimos políticos do quilate de um FHC, de um Lula e seus seguidores aprovarem leis dementes como as que garantem às inocentes, desassistidas e carentes populações indígenas imensas glebas de terras, riquíssimas em potencial energético ou de recursos minerais e de preferência, que essas “reservas” sejam sempre em áreas de fronteiras.
Mais tarde compram as consciências de intelectuais apátridas, inescrupulosos, maus brasileiros, os quais inventam belas mas enganosas teses e teorias mirabolantes com as quais iludem a boa fé da desavisada juventude nacional e dão uma boa sustentação aos políticos oportunistas que poucos a pouco vão se juntando a eles, até se tornarem em uma ativa força de pressão quase irresistível.
Por fim, fazem os índios acreditarem no discurso deles e os lançam na luta contra a Federação Brasileira e de tal modo que, quando este tipo de problema avolumar-se em futuro que não deve tardar, potências estrangeiras se arvorem em “defensores dos direitos dos índios” e nesse caso, já estarão armados e passarão a lutar abertamente contra o Brasil.
Não é uma idéia fantasiosa pois isto já aconteceu ou vem acontecendo na esfacelada Iugoslávia, na Chechênia, no Iraque, na China, na Coréia, no Líbano, na Palestina e poderia ter acontecido na Nicarágua, em Cuba, no Irã, na Venezuela e no Vietnã se esses povos não houvessem resistido aos avanços dos EUA e seus aliados ingleses, franceses e israelenses.
A diferença entre nós e eles, é que lá, nem os governantes e muito menos os cidadãos aceitam se prostituir para os invasores enquanto aqui, com o povo que elege os bandidos que temos, quem sabe o que poderá acontecer?
Que tal devolver pra eles? – Acrescentando uma consideração bastante válida à justa exposição do general Heleno, que tal esses “onguistas” desocupados e seus seguidores comprados a peso de dólares, empunharem com ardor lá nos EUA a mesma bandeira que as ONGs norte-americanas desfraldam no Brasil e experimentam, lá na terra do Tio Sam, defender os direitos dos índios de lá?
Ou seja: o direito do Alaska ser entregue a um governo autônomo de esquimós, do Colorado voltar ao domínio dos índios Navajos, dos estados do Leste serem entregues aos Cherokees e dos EUA devolverem ao México a Califórnia, o Texas, o Novo México e a Florida? A justificativa para este procedimento? Ora, o que vale de lá pra cá, também vale daqui pra lá!
Vai daí o general está certo, ao passo que, mais uma vez como é de hábito o Lula está errado, não assume seus erros, finge não entender a realidade e para complicar ainda encontra criminosos e alienados que o apóiam e defendem.
De qualquer modo, o Brasil e até os próprios índios é quem perderão e quanto a nós, mais uma vez, pagaremos as contas. Mas, quem é que sai ganhando nessa estória toda?
Ora, até um cego vê isso! Ganha quem vender o Brasil, os piratas estrangeiros que o comprarem e aí, não haverá mais jeito, pois eles nunca mais o devolverão mesmo!

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